Fale pelo WhatsAppÁrea do Aluno | LoginCarrinho
Faculdade Famart
Home
Ver tudo em Institucional
Sobre NósRevistas AcadêmicasConvênios e ParceirosPolos FamartMetodologia F.A.M.A.R.TResponsabilidade SocialComissão Própria de Avaliação (CPA)BrinquedotecaSeja um Polo
  • Graduação EaD
  • Graduação Semipresencial
  • Pós-graduação EAD
    • Saúde
    • Educacional
    • Empresarial
    • Direito
    • MBA
    • Trânsito ou Segurança Pública
    • Engenharia
    • Meio Ambiente
    • Fale com um Consultor
  • Cursos de Extensão
  • Capacitação
    • Cursos de Capacitação 60h
    • Cursos de Capacitação 80h
    • Cursos de Capacitação 120h
  • Educação Gratuita
  • Cursos Gratuitos
  • Ver Tudo
  • Manual da Graduação
  • Manual da Pós
  • Manual do TCC
  • Portal do Estágio
  • Colação de Grau
  • Portal do Egresso
  • Portarias
  • Biblioteca
  • Atividades Complementares
  • Consulta Pública de Diplomas e Certificados
  • Consulta Interna de Diplomas e Certificados
  • Repositório Institucional (RI)
BlogContatoInscreva-se
  1. Home
  2. /Blog
  3. /Crescimento Profissional
  4. /Boreout: a síndrome do tédio no trabalho
Boreout: a síndrome do tédio no trabalho

Boreout: a síndrome do tédio no trabalho

24/02/2022

6 min de leitura

  • Facebook
  • X
  • WhatsApp
  • LinkedIn
  1. Síndrome de Boreout? O que significa?
  2. Quais os sintomas da Síndrome de Boreout?
  3. Qual a diferença entre a Síndrome de Boreout e o Burnout?
  4. Dicas para prevenir a Síndrome de Boreout
  5. Elabore um plano de carreira
  6. Busque cursos de qualificação
  7. Procure trabalhar em equipe
  8. Reflita se você está na função correta

Você sente tédio e desinteresse no trabalho? Esse é um sinal de alerta: você pode estar passando pela síndrome de Boreout.

A expressão é muito parecida com o conhecido burnout, mas seus significados são opostos. Enquanto muitos trabalhadores sofrem com sobrecarga e esgotamento, outros enfrentam problemas de desmotivação.

Quando falamos de rotina de trabalho, geralmente já pensa em estresse, pressão, cobrança por resultados e prazos apertados. São situações que causam esgotamento no profissional, o conhecido burnout. O que pouca gente sabe é que existe uma outra síndrome que também afeta os ambientes organizacionais: o boreout.

É quando o trabalho se torna tedioso e você não vê sentido em levantar cedo e se dirigir para a empresa diariamente. É um cenário de total desmotivação, o que traz consequências ruins não só para a vida profissional mas também para a saúde e psicológico do indivíduo.

E não é raro encontrar casos de pessoas insatisfeitas com o trabalho, viu?! Uma pesquisa realizada no México pela plataforma de busca de empregos OCC Mundial apontou que 75% dos profissionais do país não estão contentes com sua situação laboral.

Quer entender o que é o Boreout, os sintomas e porque ele pode afetar o trabalho? Acompanhe nosso post e veja também dicas para superar o problema.

Síndrome de Boreout? O que significa?

Ainda que pouco conhecida em terras brasileiras, a Síndrome de Boreout pode estar diante de nossos olhos. A origem do termo é a palavra bored, do inglês, que significa “entediado”. Ou seja, refere-se ao sentimento do colaborador em relação ao trabalho, mas não se engane: não é sinônimo de preguiça.

O boreout acontece quando o funcionário não se sente motivado no trabalho, quando tem pouca demanda, quando não está no cargo ideal e por aí vai. De fato, o colaborador acredita que poderia ter suas skills melhor aproveitadas na empresa.

Se isso não acontece, está propício a ter a Síndrome de Boreout.

Quais os sintomas da Síndrome de Boreout?

Segundo os psicólogos suíços Peter Werder e Philippe Rothlin, responsáveis por criarem o termo em 2007, o problema se manifesta das seguintes formas:

  • com indiferença, causada pela ausência de identificação com o cargo ou com o trabalho;
  • o funcionário se sente desnorteado devido a tarefas enfadonhas e que não fazem sentido em relação ao seu verdadeiro potencial;
  • surge a angústia por, muitas vezes, o colaborador nem saber o que fazer ao longo do dia.

Além disso, outros sintomas comuns da Síndrome de Boreout são: 

  • produtividade reduzida;
  • morosidade para a realização de pequenas tarefas;
  • tendência ao isolamento;
  • ausência de perspectivas profissionais;
  • realização do mínimo necessário, somente para não perder o emprego;
  • sensação de constante aborrecimento e preguiça no ambiente organizacional;
  • ansiedade para que o dia de trabalho acabe logo;
  • falta de iniciativa em projetos da empresa;
  • dedicação, de forma discreta, a assuntos pessoais na maior parte do tempo de trabalho;
  • falta de envolvimento em atividades mais desafiantes;
  • indiferença em relação aos resultados corporativos.

Entre os efeitos derivados do problema, o profissional também pode desenvolver depressão e ansiedade, caso não seja tratado. Vale salientar que a síndrome do tédio, como podemos chamar em português, não é catalogada como uma doença, mas merece muita atenção.

Qual a diferença entre a Síndrome de Boreout e o Burnout?

Muito tem sido falado sobre a síndrome de burnout e os riscos que o excesso de trabalho podem provocar na saúde das pessoas.
Mas outra síndrome, a do boreout, também pode gerar consequências sérias, apesar de ser provocada por motivos diferentes, e precisa de atenção.

Apesar da semelhança na escrita, os dois termos têm significados opostos.
O Burnout corresponde às sensações provocadas pelo acúmulo de tarefas no trabalho.

Pode afetar: 

  • os colaboradores que ficam sobrecarregados com as demandas designadas pela gestão;
  • ou a própria liderança, quando o volume de trabalho está acima do esperado.

Nesse sentido, a Crise de Burnout tem sido muito comum no dia a dia das empresas ou em alguns ramos que exigem muito por parte do profissional.

Já a Síndrome de Boreout ocorre em função de certas ausências, de modo contrário ao excesso que causa o burnout. A falta de estímulo ao trabalho é a principal causa do tédio e, como resultado, o funcionário se sente frustrado.

Dicas para prevenir a Síndrome de Boreout

Não dá para viver “empurrando o trabalho com a barriga” por muito tempo, pois, além de ser bastante ruim para a empresa na totalidade, pode acabar com a saúde, carreira e vida pessoal do trabalhador.

A questão é que, muitas vezes, o próprio profissional não percebe que está nessa situação e, assim, não toma uma atitude para voltar a ter ânimo e ser produtivo no trabalho. Mas é possível recuperar-se com os seguintes passos:

Elabore um plano de carreira

Se você não vê sentido nas atividades que executa, pode estar desorientado com a sua profissão. Por isso, é importante elaborar um plano de carreira, que será um verdadeiro guia para você seguir e ter satisfação no trabalho.

Para isso, o primeiro ponto é pensar em suas potencialidades e fraquezas para saber o que precisa ser aprimorado. É importante também traçar metas realizáveis e com um prazo determinado para que você dirija seus esforços em busca de resultados profissionais.

Será que sua falta de ânimo é porque você sente que não tem todas as qualidades que o cargo exige? Ou porque sonha em trabalhar em outra empresa? O que você precisa buscar para melhorar esse cenário? Com isso claro, fica mais fácil correr atrás de seus objetivos e voltar a ser feliz no trabalho.

Busque cursos de qualificação

Será que você não está estagnado na sua profissão? Muitas vezes, é preciso dar uma guinada com novos cursos de qualificação e atualização. Você já pensou, por exemplo, em fazer uma pós-graduação, como uma especialização ou MBA?

É uma oportunidade para aprender novas habilidades, ficar por dentro das tendências de sua área e conviver com outros profissionais, o que, certamente, trará um estímulo para sua carreira.

Procure trabalhar em equipe

No boreout, o colaborador tende ao isolamento, por isso se esforce para trabalhar em equipe. É uma oportunidade para se espelhar no trabalho de outros profissionais, sentir-se estimulado e desafiado, ou seja, um incentivo para tentar reverter a situação.

Reflita se você está na função correta

Por fim, reflita se o cargo é realmente para você. É claro que o mercado de trabalho está concorrido, mas há momentos em que é preciso buscar outras oportunidades. Nessa hora, fazer cursos de capacitação pode ser de grande ajuda para a recolocação profissional.

O boreout acarreta muito mais do que tédio no trabalho pode comprometer, a longo prazo, a saúde e o futuro da carreira do profissional. Dessa maneira, é importante identificar o problema e buscar, o quanto antes, formas de superá-lo.

Essas foram algumas dicas para driblar o Boreout. Você já conhecia essa síndrome? Conte para gente nos comentários.
Para acompanhar outros conteúdos como este, inscreva-se na nossa newsletter.

Cursos relacionados

Veja o catálogo ou fale com um consultor para encontrar uma formação neste tema.

Ver cursosFale com um consultor

Tire suas dúvidas

Perguntas Frequentes

Os cursos de pós-graduação lato sensu são oferecidos por instituições credenciadas pelo MEC e seguem as normas do Conselho Nacional de Educação. Na modalidade a distância, a instituição precisa ser credenciada especificamente para EAD. Você pode conferir o credenciamento de qualquer instituição no portal e-MEC.

Sim. A legislação não faz distinção entre as modalidades para fins de validade do certificado de pós-graduação lato sensu. O documento tem o mesmo valor legal em todo o território nacional, seja o curso presencial ou a distância.

Confira se a instituição está credenciada no portal e-MEC, inclusive para educação a distância. Vale também avaliar a carga horária, a grade curricular, a titulação do corpo docente e a forma como o material e o suporte ao aluno são oferecidos.

A carga horária mínima de uma especialização lato sensu é de 360 horas, sem contar o tempo dedicado ao trabalho de conclusão, quando exigido. A duração varia conforme o curso escolhido — consulte a ficha de cada curso para ver a carga horária e o prazo previstos.

Na modalidade a distância o aluno costuma organizar o próprio ritmo de estudo, o que permite avançar mais rápido nas disciplinas. Os prazos mínimo e máximo, porém, são definidos por curso — consulte as condições do curso de interesse.

A pós-graduação lato sensu é destinada a quem já concluiu um curso de graduação e possui o diploma ou certificado de conclusão. No ato da matrícula é solicitada a documentação que comprove a formação superior.

Nossos Cursos

  • Graduação
  • Pós-graduação
  • Segunda Graduação
  • Capacitação

A Famart

  • Sobre nós
  • Convênios e Parceiros
  • Portarias
  • Ouvidoria
  • Polos Famart
  • CPA
  • Política de Privacidade

Carreiras e Suporte

  • Área do Aluno
  • Portal da Graduação
  • Repositório Institucional
  • Portal do Estágio
  • Portal do Egresso
  • Pós-graduação EAD
e-MEC

Consulte aqui o cadastro da instituição no Sistema e-MEC.

Acesse já

Seja um Polo Famart

Oferecemos um modelo inovador de captação de alunos, permitindo que nossos parceiros tenham a oportunidade de ampliar a atuação da instituição.

Acesse já

Informações

  • Osório Santos, 207 Nogueira Machado Itaúna | MG
  • atendimento@famart.edu.br
Faculdade Famart

© Copyright 2026 FAMART - Todos os direitos reservados.